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Coordenador do Diadema recorda parceria com

09 de Outubro de 2012 (Terça-Feira)

CAD NA MÍDIA

Leonidas Barbosa assumiu a coordenação de futebol do Clube Atlético Diadema baseado em uma ampla experiência no esporte. Ex-meio-campista, ele atuou por três anos como profissional e lembra as histórias ao lado de um antigo companheiro que alcançou a elite do esporte no Brasil: Washington, apelidado de Coração Valente, ex-centroavante de Ponte Preta, Fluminense e São Paulo.

“Jogamos juntos no Caxias, desde as categorias de base. O Washington não sabia nem dominar uma bola direito no começo”, explica Leonidas Barbosa.

O primeiro jogo de Washington no profissional do Caxias reservou uma homenagem especial. “Era o Dia das Mães. E a mãe do Washington foi de Brasília a Caxias do Sul com um monza para ver a partida contra o Grêmio. O Washington fez o gol e acabou ficando com o carro que aproveitamos bastante”, sorri Leonidas Barbosa.

A partir do sucesso em Caxias do Sul, Washington decolou no futebol. Ele explodiu na Ponte Preta e, além de defender agremiações tradicionais do Brasil, chegou a atuar no exterior, no Fenerbahce, da Turquia, e em dois clubes do Japão. Teve, inclusive, oportunidades na Seleção Brasileira.

Enquanto isso, o futuro de Leonidas Barbosa no futebol reservou a aposentadoria aos 22 anos. “Eu levei uma entrada forte em um jogo entre Caxias e São Luiz, rompi o ligamento do joelho esquerdo. Eu cheguei a me recuperar e, quando voltei, lesionei o outro joelho. Aí resolvi parar”, conta.

Mas Leonidas Barbosa não desistiu do esporte. Depois de se formar em Educação Física, tentou a carreira de treinador. Na passagem pela Portuguesa, foi interino do time profissional depois da demissão de Dario Pereyra em 2004.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Leonidas Barbosa é o responsável por coordenar o departamento de futebol do Clube Atlético Diadema.

Atualmente com 36 anos, Leonidas Barbosa se reserva a jogar futebol apenas com os amigos, sem forçar o ritmo. “Eu posso jogar apenas aquele encontro de solteiros contra casados”, sorri. “O massagista aqui do Diadema sabe qual o meu remédio preferido, o Dorflex, porque meu joelho dói e incha muito”, encerrou.

Um dos massagistas do Clube Atlético Diadema, Ricardinho não perdoa o companheiro de trabalho em função da limitação. “O Leonidas precisa de Dorflex como Engov. É um antes e outro depois”

Marcelo Belpiede São Paulo (SP)

Fonte: Gazeta Esportiva

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