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Estrangeiros chegam para treinar no CAD e Ramalhão

16 de Outubro de 2012 (Terça-Feira)

CAD NA MÍDIA

Por: Antonio Kurazumi

 
Estrangeiros treinam em times. Foto: Luciano Vicioni
Estrangeiros treinam em times. Foto: Luciano Vicioni
 
Outros times não têm intercâmbio para hospedar gringos por falta de alojamento e regras da Fifa

Conhecidos por revelar jogadores, o CAD (Clube Atlético Diadema) e o Santo André estão com as portas abertas para mostrar e ensinar o futebol brasileiro aos gringos. O time de Diadema, inclusive, hospeda dois japoneses (leia ao lado) no alojamento do campo do Taperinha, enquanto o Santo André irá receber em breve uma equipe composta por colombianos na Estância Santa Luzia, em Mauá.

Oficialmente, o intercâmbio feito pelos clubes não visa lucro futuro com a negociação dos estrangeiros, segundo os dirigentes. “O objetivo principal desse trabalho é dar visibilidade ao CAD em alguns mercados para que futuramente o time fique conhecido como modelo de treinamento em futebol”, explicou o presidente do clube, Paulo Lofreta.

De um ano para cá, a equipe de Diadema recebeu um grupo de africanos que aproveitou o período escolar e ficou na cidade por 30 dias. Alguns japoneses também fizeram um estágio, em período que variou de 3 a 9 meses.

Os dirigentes cobram os custos de alimentação, transporte e alojamento. O Ramalhão, por outro lado, faz um intercâmbio esportivo e cultural com valores pré-definidos. É cobrado o preço de diárias para que os garotos aprendam sobre o jogo e ainda curtam o vasto espaço da Estância Santa Luzia, local de treinamento da categoria de base e onde a fauna brasileira é preservada com a presença de animais de diversas espécies.


“O Santo André é procurado por causa do nome que tem fora do país. Além disso, times do nível de Corinthians e São Paulo não dão a atenção que damos aqui”, comparou o diretor das categorias de base Hugo Fernandes. “Mas o nosso foco é revelar jogadores”, avisou.

Bareiras - Ex-dirigente do Palmeiras e Santos e atualmente coordenando as categorias de base do São Caetano, Ilton José da Costa conta que a falta de campos e alojamentos impedem que o clube dê espaço aos gringos. As regras da Fifa, que dificulta a transferência de atletas menores de 18 anos para o Brasil, são apontadas como outro problema.

 

“Só conseguimos inscrever um jogador na CBF para participar de campeonatos depois dos 18 anos, antes disso é quase impossível. Aí não nos interessa”, observou Costa, justificando o porque de o esquema não valer a pena para o Azulão .

O São Bernardo Futebol Clube, por meio do diretor de futebol Edgard Montemor, disse que não há estrutura para receber estrangeiros em intercâmbio.

 

Fonte: Jornal ABCD Maior

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